quarta-feira, 6 de novembro de 2013

ÍNDIOS

PALESTRA COM A PROFESSORA NARA GRAEFF




                                             PALESTRA SOBRE CULTURA INDÍGENA.
                        MUITO OBRIGADA PROFESSORA NARA PELA PALESTRA.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

BRINCADEIRAS INDIGENAS

             CHEGOU O GRANDE DIA.

HOJE VAMOS ENSINAR AOS COLEGAS DO 2 ° ANO 4 BRINCADEIRAS INDÍGENAS.

1. A CORRIDA DO SACI
Trace uma linha na terra ou na areia para definir o local de largada e outra, a uns 100 metros de distância, para definir a meta a ser atingida. O participante deverá correr em um só pé, sem poder trocar durante a corrida. Quem conseguir ultrapassar a linha da meta ou chegar mais longe é o vencedor.  
                                          

A corrida do saci

2. O GAVIÃO E OS PASSARINHOS
O participante que propôs a brincadeira ganha o papel de gavião. O gavião desenha na areia uma grande árvore, cheia de galhos. As demais crianças são os passarinhos. Cada uma delas escolhe um galho e senta-se lá.
Depois de todos acomodados em seus galhos, o gavião sai à caça dos passarinhos, que deverão sair de seus ninhos batendo os pés no chão e cantando para provocar o bicho, que vai avançando lentamente. Já bem perto do grupo, o predador dá um pulo em direção aos pássaros, que deverão fazer várias manobras para distraí-lo. Quando um dos passarinhos for capturado, ele deverá ficar em um refúgio escolhido pelo gavião. Ganha a brincadeira o último participante capturado.


O Gavião e os Passarinhos

3. PEIXE PACU
Um participante é escolhido para ser o pescador, enquanto os demais deverão formar uma fila que deverá se mexer feito uma serpente. O pescador corre ao longo da fila para tentar tocar o último jogador com uma vara ou um pedaço de pau, que representa a vara de pescar, evitando ser impedindo pelos outros jogadores.
 

Peixe Pacu

4. MANGÁ, TOBDAÉ
Essa brincadeira é feita com peteca, mas o modo de brincar dos indígenas tem certa semelhança com a nossa “queimada”, sendo jogada com quatro ou seis petecas ao mesmo tempo e com dois jogadores por vez. Ao sinal do coordenador, os dois jogadores arremessam as petecas na direção do outro com a intenção de atingi-lo e, ao mesmo tempo, evitar ser atingido por ele. Quem foi atingido pelas petecas, sai do jogo, cedendo o lugar para outro participante. Ganha quem ficar mais tempo na brincadeira sem ser atingido.

Feira de Ciências

             Feirinha de Ciências


    Com certeza saber a teoria sobre uma matéria escolar, pesquisar em livros ou sites e estudar muito é importante entender os conteúdos, mas quando partimos para experimentar, na prática como as coisas funcionam, aí sim fica muito mais fácil para realmente aprender uma matéria escolar.       
                                                                                   
                              
                    BOLA DE PAPEL QUE NÃO SE MOLHA

Você vai precisar de:

Um lenço de papel
Um copo
Fita adesiva
Uma bacia com água

Como fazer a experiência:
Faça uma bolinha com o lenço de papel e coloque-a dentro do copo, prendendo no fundo com a ajuda da fita adesiva. Preste atenção para que o papel fique bem preso.
Vire o copo de cabeça para baixo e mergulhe-o na bacia com água, sem incliná-lo.

O que acontece?
A água não entra no copo porque ele está cheio de ar.
Se você inclinar um pouco o copo, verá as bolinhas de ar saindo e a água da bacia entrando no copo. E aí, sim, sua bolinha vai se molhar!


            Luva Viva

Você vai precisar de: 

uma luva de látex; 
uma garrafa pet; 
um pedaço de barbante ou elástico; 
uma bacia com água; um adulto para ajudar. Modo de fazer:

Modo de Fazer:
 Primeiro, é preciso cortar a garrafa pet ao meio, pois só será utilizada a parte de cima. Tire a tampinha e prenda a luva na boca da garrafa com o barbante ou elástico. Encha a bacia com água e coloque a garrafa com a luva dentro dela. Veja o que acontece.

O que aconteceu? 
Quando colocamos a garrafa dentro da bacia, a água entrou na garrafa e empurrou o ar que estava dentro dela para dentro da luva. Isso acontece porque a água e o ar não ocupam o mesmo espaço. Desta forma, a luva ficou cheia de ar, parecendo que encheu sozinha! Retirando a garrafa da bacia aos poucos, percebemos que o ar voltou a ocupar o espaço da garrafa e a luva murchou. Inventamos vários movimentos com a luva "viva". A galerinha se divertiu com essa aula super diferente! Vejam as fotos das turminhas realizando a atividade!


                 Enferrujados

Materiais e reagentes:

6 pregos;
Barbante;
Tesoura;
6 tubos de ensaio;
Estante para tubos de ensaio;
Água de torneira;
Óleo de cozinha;
Mistura de água e sal;
Sabonete líquido ou mistura de sabonete com água;
Água destilada;
Caneta esferográfica.

Procedimento:
1. Enumere os tubos de ensaio de 1 a 6;
2. Coloque água da torneira no tubo 1, óleo no tubo 2, a mistura de água e sal no tubo 3, o sabonete líquido no tubo 4 e água destilada no tubo 5. Todos esses líquidos devem atingir cerca de ¼ do volume de cada tubo de ensaio. O sexto tubo deve ficar vazio.
3. Corte o barbante em 6 pedaços de cerca de 20 cm e prenda-os a cada um dos pregos;
4. Mergulhe cada prego em um líquido nos tubos de ensaio, deixando o barbante para fora de modo que seja possível puxar os pregos com os barbantes para tirá-los dos tubos;
5. Anote o aspecto dos pregos, dos líquidos e das soluções inicialmente;

A ferrugem é o resultado da oxidação do ferro. Este metal em contato com o oxigênio presente na água e no ar se oxida e desta reação surge a ferrugem que deteriora pouco a pouco o material original. Para evitar que as máquinas, ferramentas e demais objetos feitos de ferro se decomponham por causa da oxidação é necessário evitar que o entrem em contato com o oxigênio, o que pode ser obtido através da pintura, ou cobertura da superfície de ferro com óleo ou outras substâncias lubrificantes, ou ainda através da mistura com metais de sacrifício

 


      Congelar e expandir

O que você vai precisar:
Bexigas
Água
Congelador
Régua ou fita métrica
Papel
Canetas ou lápis

Como fazer:
1º passo: Encha com pouca água a primeira bexiga e amarre-a, deixando um pequeno espaço de ar no topo.
2º passo: Duplique a quantidade de água na segunda bexiga e amarre-a.
3º passo: Coloque três vezes mais água na terceira bexiga como no primeiro e amarre-a.
4º passo: Meça o tamanho das bexigas com água.
5º passo: Coloque as três bexigas no congelador durante a noite.
6º passo: Meça as bexigas depois que estiverem congeladas.
7º passo: Compare os resultados. Você descobrirá que as bexigas congeladas estão maiores porque a água dentro delas se expandiu quando congelou.




   Como os índios fazem as cores
   
Além dos adereços, é muito comum entre os indígenas brasileiros a pintura corporal que, além da vaidade e do aspecto estético, em algumas tribos é usada como uma forma de distinção de grupos sociais dentro de determinada sociedade indígena. O material para essa pintura são tintas feitas com corantes vegetais.
VERMELHO; urucum
VERDE: folhas verdes
AMARELO; terra ou argila
PRETO; carvão
AZUL; polpa de genipapo ou amora
OUTRAS CORES; mistura das cores já citadas



                          Profe Ilaine de Artes nos ajudando a fazer os pigmentos.


quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Visita à exposição de trabalhos do 7° ano

                           .engenho de acucar2

As fazendas produtoras de açúcar no período histórico da colonização no Brasil eram referidas como engenho de açúcar. O termo também define as maquinas utilizadas para moer a cana-de-açúcar.

Os engenhos de açúcar eram predominantes no nordeste e destinavam a sua produção de açúcar para a metrópole portuguesa e para o mercado europeu.

O engenho era composto pela casa-grande, senzala, capela, horta e o anavial. Era utilizada a mão-de-obra escrava dos negros africanos. Depois da expulsão dos holandeses, a produção do açúcar brasileiro passou a sofrer a concorrência do açúcar holandês produzido nas ilhas da América Central

Obrigado aos alunos do 7° ano e a professora Nara pelo convite.

Sustentabilidade - Planeta Água

Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja,  a sustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável.